Bem Vindo


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

E Hoje Tem Eclipse

E  hoje  tem   eclipse  tem  sim senhor   O eclipse solar será visível como total somente nos EUA. A visibilidade do eclipse no restante da América do Norte e Central será parcial. Parte da América do Sul também verá o evento como parcial, incluindo o Brasil, onde as regiões Norte e Nordeste terão melhor visão do fenômeno.

O último eclipse solar parcial visível do Brasil ocorreu em 26 de fevereiro deste ano. Anterior a 2017 tivemos um fenômeno do mesmo tipo em 3 de novembro de 2013.
Em 2017 teremos dois eclipses solares parciais, fato como esse também ocorreu em 2006, ou seja, há 11 anos!



Os eclipses certamente são um dos mais magníficos fenômenos da natureza, os quais podem causar grande admiração e perplexidade, e ainda, também causar curiosidade e interesse por entendimento desse fenômeno. Para aqueles que simplesmente observam o eclipse, seja ele solar ou lunar, testemunhar um desses acontecimentos é marcante na lembrança! Para a ciência, os eclipses atualizam base de dados anteriormente obtidos, contribuem para a realização de experimentos já feitos e outros novos, são oportunos para esclarecimentos e explicações à respeito do fenômeno e outras ligações interdisciplinares, como o contexto desse evento na história humana.

À respeito do fenômeno de 21 de agosto de 2017, o eclipse será total para os espectadores dos EUA. Nesse país, a sombra da totalidade projetada pela Lua sobre a Terra passará primeiro pela Costa Oeste do Estados Unidos, em Salem, Estado de Óregon, atravessará todo o país, e chegará em Charleston, Estado da Carolina do Sul. Porém a sombra da totalidade continuará sobre o Oceano Atlântico, no qual se dará o final do fenômeno.

No Brasil o eclipse ocorrerá no período da tarde e será visível como parcial pelos moradores das regiões Norte e Nordeste, as quais serão mais privilegiadas quanto à observação do fenômeno. Na Região Norte teremos em Macapá, capital do Estado do Amapá, a maior fração do Sol obscurecido pela Lua, chegando a 41%.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A Volta dos Mamute



O mamute-lanoso (Mammuthus primigenius), uma das últimas  espécies que habitou a terra, pode ser trazido de volta da extinção dentro de dois anos, disse o cientista George Church, professor de genética da Escola de Medicina de Harvard e um dos pais do Projeto Genoma Humano.

Os pesquisadores estão muito perto de criar um embrião híbrido de elefante e mamute-lanoso, espécie que foi extinta há cerca de 5.600 anos, segundo estudo publicado na revista científica PNAS.

Para trazer os animais de volta à vida, os cientistas estão usando uma técnica chamada CRISPR, um novo método de edição genética que permite "cortar e colar" cadeias de DNA. O material genético dos animais foi extraído de carcaças congeladas.


Os cientistas pretendem manipular as células da pele do elefante para produzir o embrião, ou embriões múltiplos, usando técnicas de clonagem.
Os núcleos das células reprogramadas seriam colocados em célula-ovo de elefante cujo próprio material genético foi removido. Depois seriam artificialmente estimulados para se desenvolverem em embriões.

Os pesquisadores pretendem criar um embrião com as características do mamute --pelos longos, grossas camadas de gordura e sangue adequado para vida em condições de frio extremo. Posteriormente o embrião seria inserido em um útero artificial para ser gestado.



Lyuba, filhote de mamute de 40 mil anos, é um dos que estão muito  bem preservados que existem. Ela foi descoberta por um pastor de renas da Sibéria e seus dois filhos, em 2007
Testes de laboratório já mostraram que as células funcionam normalmente na combinação de DNA do mamute e do elefante asiático.
O anúncio foi realizado durante o encontro mundial de cientistas da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), em Boston. Segundo Church, o animal seria uma espécie de elefante com traços físicos de um mamute.

Em 2013, o pesquisador declarou que é possível usar essa técnica para criar humanos resistentes a vírus e até recriar os ancestrais do homem moderno, os neandertais. O cientista afirmou que já possuía DNA suficiente de fósseis para reconstruir o DNA de espécies humanas extintas. O que faltava era apenas "uma mulher corajosa". 

Para os cientistas, o projeto pode ajudar a preservar a população de elefantes ameaçados de extinção e ajudaria a combater o aquecimento global. 

A reintrodução de mamutes em partes congeladas do planeta poderia impedir que o solo descongelasse, uma vez que a neve sofreria perfurações, permitindo a entrada de ar frio. No verão, a presença dos animais poderia ajudar a grama a florescer.

De acordo com os cientistas, a reintrodução de mamutes na Sibéria poderia fazer com que as temperaturas locais caíssem até 20ºC.


FONTE:    UOL CIÊNCIAS