Bem Vindo


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

A Volta dos Mamute



O mamute-lanoso (Mammuthus primigenius), uma das últimas  espécies que habitou a terra, pode ser trazido de volta da extinção dentro de dois anos, disse o cientista George Church, professor de genética da Escola de Medicina de Harvard e um dos pais do Projeto Genoma Humano.

Os pesquisadores estão muito perto de criar um embrião híbrido de elefante e mamute-lanoso, espécie que foi extinta há cerca de 5.600 anos, segundo estudo publicado na revista científica PNAS.

Para trazer os animais de volta à vida, os cientistas estão usando uma técnica chamada CRISPR, um novo método de edição genética que permite "cortar e colar" cadeias de DNA. O material genético dos animais foi extraído de carcaças congeladas.


Os cientistas pretendem manipular as células da pele do elefante para produzir o embrião, ou embriões múltiplos, usando técnicas de clonagem.
Os núcleos das células reprogramadas seriam colocados em célula-ovo de elefante cujo próprio material genético foi removido. Depois seriam artificialmente estimulados para se desenvolverem em embriões.

Os pesquisadores pretendem criar um embrião com as características do mamute --pelos longos, grossas camadas de gordura e sangue adequado para vida em condições de frio extremo. Posteriormente o embrião seria inserido em um útero artificial para ser gestado.



Lyuba, filhote de mamute de 40 mil anos, é um dos que estão muito  bem preservados que existem. Ela foi descoberta por um pastor de renas da Sibéria e seus dois filhos, em 2007
Testes de laboratório já mostraram que as células funcionam normalmente na combinação de DNA do mamute e do elefante asiático.
O anúncio foi realizado durante o encontro mundial de cientistas da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), em Boston. Segundo Church, o animal seria uma espécie de elefante com traços físicos de um mamute.

Em 2013, o pesquisador declarou que é possível usar essa técnica para criar humanos resistentes a vírus e até recriar os ancestrais do homem moderno, os neandertais. O cientista afirmou que já possuía DNA suficiente de fósseis para reconstruir o DNA de espécies humanas extintas. O que faltava era apenas "uma mulher corajosa". 

Para os cientistas, o projeto pode ajudar a preservar a população de elefantes ameaçados de extinção e ajudaria a combater o aquecimento global. 

A reintrodução de mamutes em partes congeladas do planeta poderia impedir que o solo descongelasse, uma vez que a neve sofreria perfurações, permitindo a entrada de ar frio. No verão, a presença dos animais poderia ajudar a grama a florescer.

De acordo com os cientistas, a reintrodução de mamutes na Sibéria poderia fazer com que as temperaturas locais caíssem até 20ºC.


FONTE:    UOL CIÊNCIAS

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Cometa Halley


O fenômeno dura até ao dia 7 de novembro mas a noite de hoje promete ser especial para os entusiastas da astronomia.

Uma chuva de meteoros deve acontecer na madrugada desta sexta-feira (21) e será possível vê-la do Brasil. O fenômeno, que deve começar por volta das 2 horas da manhã, é chamado de Orinídeos - nome dado porque a “atração” parece vir da constelação de Orion.



De acordo com o UOL, o Orinídeos é uma das melhores chuvas de meteoros do hemisfério Sul. Sua visualização requer boas condições climáticas, com céu aberto. Os meteoros da próxima madrugada são originários do cometa Halley e entram na atmosfera da Terra com muita velocidade, acelerando a deterioração.

A chuva de meteoros será melhor vista, com mais intensidade, segundo o UOL, uma hora antes do amanhecer.


“Deve-se olhar para um pouco abaixo da constelação de Orion, onde estão as Três Marias. Essa constelação aparece no horizonte leste e vai ficando mais alta com o passar do tempo. O melhor horário para observar a chuva de meteoros é cerca de 1 hora antes do amanhecer", informou Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos.

FONTE:  TECHAOMINUTO

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Tartaruga Pré Histórica de Pernambuco




Tartaruga pré-histórica de Pernambuco conseguiu sobreviver ao período que se seguiu à extinção dos dinossauros e de boa parte dos répteis da Terra, informa estudo que tem como autora principal a doutoranda em geologia da UFPE Anny Carvalho, publicada na revista especializada "Zootaxa". A espécie media apenas 50 cm de comprimento e ainda é um mistério como sobreviveu a uma época (o Paleoceno) em que a disputa por alimentos e recursos era feroz. Seu habitat era o mar pré-histórico onde hoje fica o estado de Pernambuco. As informações são do jornal Folha de S. Paulo, que trouxe na edição deste sábado matéria sobre a descoberta. 

"Ainda não podemos determinar o motivo específico para ela ter sobrevivido, mas as tartarugas sobreviveram a várias extinções. A carapaça tem uma função de proteção importante", afirmou Anny Carvalho.

Na opinião da paleontóloga da UFPE Aline Ghilardi,o tamanho pequeno e a alimentação variada da tartaruga pernambucana foram fatores que auxiliaram a sobrevivência do animal. Ghilardi também participou do estudo publicado na 'Zootaxa.'

Segundo o estudo, a tartaruga provavelmente era carnívora. Ela foi batizada pelos autores do trabalho como Inaechelys Pernambucensis, que significa "a tartaruga rainha do mar de Pernambuco", informa a matéria da Folha de S. Paulo. O nome faz referência à Iemanjá e foi uma forma de os pesquisadores prestarem uma homenagem à cultura afrobrasileira.

A "rainha do mar pernambucana" não tem relação com as tartarugas atuais, mas o estudo dessa espécie pode dar indicativos importantes não só sobre a evolução das tartarugas, mas também de outros animais.


O fóssil da tartaruga pré-histórica pernambucana (uma parte da carapaça e alguns ossos) "foi encontrado na chamada pedreira Poty, cerca de 30 km ao norte do Recife", diz a Folha. "A descoberta foi possível porque a mineradora tem uma parceria com os cientistas, enviando periodicamente material de interesse para a universidade".




sábado, 11 de junho de 2016

Cabras Aranhas



São formados por um grupo  de cabras que vivem nas regiões montanhosas, suas patas são bem adaptadas para  fazer  escaladas  e descidas. O mais impressionante sobres elas e que  sua habilidade como se locomover  em  lugares  de difícil acesso do mundo.


Para elas apesar da dificuldade de locomoção o mais  importante é sempre estarão protegidas dos predadores,  e se tornando verdadeiras alpinistas.

Apesar  de  passarem um bom tempo nas montanhas  eventualmente precisam descer para  se alimentar de alimentos mais  ricos  em  sais minerais.  Essa caminhada sempre acontece  no período mais quente do  ano. A longa descida precisam de  se equilibrar bastante sobre as rochas evitando que caiu em rios congelados ou  ate mesmo  para fugir  dos   predadores.


Chegando  nas  áreas  com grande quantidade de vegetação rica em  minerais  se alimentam  bastante  para se preparar para o próximo período  de inverno e iniciando nova  caminhada para lugares mais  altos.


FONTE:    CURTO E CURIOSO

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Marte Hoje esta Bem Perto




Nesta segunda (30), Terra e Marte estarão na posição mais próxima já registrada nos últimos 11 anos. A menor distância registrada no século entre o "planeta vermelho" e o nosso foi em agosto de 2003. Hoje, Marte ficará mais iluminado e poderá ser visto facilmente a olho nu.

A distância entre os dois planetas será de 75,3 milhões de quilômetros nesta noite. Essa distância pode chegar até 400 milhões de quilômetros. Em 2003, foi registrada a menor distância em  60 mil anos, quando a marca foi de 55,76 milhões de quilômetros.

O fenômeno acontece quando a Terra forma um alinhamento quase perfeito com o Sol e Marte, num fenômeno chamado de oposição afética. Por estar mais distante do Sol, a órbita de Marte é a maior que a da Terra. O tempo que Marte gasta para dar uma volta torna da estrela é de aproximadamente 2 anos, afirma Renato Las Casas, coordenador do grupo de astronomia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Esse alinhamento acontece a cada 26 meses, mas com as circunferências da Terra e de Marte não são perfeitas, a distância entre os dois planetas no momento do alinhamento nem sempre é a mesma.

O Fenômeno irá acontecer novamente em  julho de 2018 com aproximação ainda menor que a deste ano: 57.6 milhões de quilômetros.

FONTE: CIÊNCIAS UOL



sábado, 31 de outubro de 2015

Asteroide Perto da Terra



E quem é supersticioso tem um motivo a mais para ficar preocupado nesse dia das bruxas. Um asteroide vai passar pertinho da Terra nesse sábado (31).
Mas nesses dias das bruxas, tem algo que poderia assustar bem mais. Um asteroide de 400 metros de largura vai passar raspando pela Terra nesse sábado (31). Raspando nos padrões astronômicos.
São 483 mil quilômetros de distância. É mais longe, por exemplo, do que a Lua. O TB145 foi apelidado de Spooky. Ele é 20 vezes maior do que o meteoro que explodiu sobre o céu da Rússia, em 2013. Na ocasião, a chuva de fragmentos deixou 1,2 mil pessoas feridas.
A Agência Espacial Americana, a Nasa, já mandou uma mensagem para tranquilizar. Não há qualquer risco desse asteroide atingir a Terra. Também não vai atrapalhar as telecomunicações. E só olhar para o céu não basta, apenas com telescópio vai dar para observar o asteroide.
O Spooky foi descoberto no último dia dez. Três semanas antes da aproximação máxima com a Terra. "Se ele estivesse vindo diretamente para o nosso planeta, seria tarde demais para fazer alguma coisa", explicou um dos astrônomos responsáveis por monitorar esse tipo de ameaça.
A Nasa tem um programa voltado exatamente para identificar e desviar meteoros ou asteroides que estejam em rota de colisão com a Terra. Os cientistas estimam que haja cerca de 5 mil objetos espaciais do tamanho do Spooky perto da órbita do nosso planeta.
Segundo a Nasa, um asteroide desses só atinge a Terra a cada 100 mil anos. E não vai ser nesse sábado (31).

Fonte: GLOBO.COM

domingo, 27 de setembro de 2015

Eclipse Com Super Lua



Hoje acontecera   um grande espetáculo celeste, terremos um eclipse lunar total e também um evento com a Super Lua, algo que se via desde 1982 e o próximo só em 2033. No Brasil poderá ser visto a partir das 21:11, quando a sombra da Terra começa a cobrir a Lua,e o eclipse total começara as 23:11, no horário de Brasilia.

Veja mais sobre:  A SUPER LUA
                           TIPOS DE ECLIPCE

O cientista da NASA Noah Petro espera que o fenômeno celeste desperte maior interesse na Lua. Como subdiretor do projeto Sonda Orbitante Lunar, estuda a órbita da Lua desde 2009.

"A Lua é um lugar dinâmico. Desde o projeto temos vistos mudanças na superfície da Lua. Vemos que não é um corpo celeste estático e morto.  É um grande objeto astronômico que temos em nosso quintal .... as pessoas deveriam sair para observá-lo", disse Petro.

O eclipse total vai durar mais de uma hora e será visível, caso o clima permita, na America do Norte e do Sul, Europa, África e Asia Ocidental.